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Fonte: Reflexão do Pe. Luís Fernando Bertol




30/06/2012 - 11:30:00

5º DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES

Evangelho Dominical - Parábola do Banquete Nupcial (Mateus 22,1-14)

Jesus voltou a falar-lhes em parábolas e disse:                                                                     

"O Reino dos Céus é semelhante a um rei que celebrou as núpcias do seu filho. Enviou seus servos para chamar os convidados para as núpcias, mas estes não quiseram vir.     

       Tornou a enviar outros servos, recomendando: "Dizei aos convidados: eis que preparei meu banquete, meus touros e cevados já foram degolados e tudo está pronto. Vinde às núpcias".                                      

        Eles, porém, sem darem a menor atenção, foram-se, um para o seu campo, outro para o seu negócio,   

       e os restantes, agarrando os servos, os maltrataram e os mataram.                                

       Diante disso, o rei ficou com muita raiva e, mandando as suas tropas, destruiu aqueles homicidas e incendiou-lhes a cidade.                                                                                                                                

       Em seguida, disse aos servos: "As núpcias estão prontas, mas os convidados não eram dignos.            

       Ide, pois, às encruzilhadas e convidai para as núpcias todos os que encontrardes".        

       E esses servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons, de modo que a sala nupcial ficou cheia de convivas.                                                                                                       

       Quando o rei entrou para examinar os convivas, viu ali um homem sem a veste nupcial   

       e disse-lhe: "Amigo, como entraste aqui sem a veste nupcial?" Ele, porém, ficou calado.

       Então disse o rei aos que serviam: "Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o fora, nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes".                                                                                                             

            Com efeito, muitos são chamados, mas poucos escolhidos".

Deus oportuniza continuamente a salvação, oferecendo-nos os dons celestiais para nossa reintegração à proposta do reino. Entretanto, para que nossa participação seja plena é preciso nos revestirmos das vestes adequadas. Esse simbolismo da veste nupcial, quer nos alertar sobre a importância de vivermos a fé que professamos, ou seja, como já nos advertiu o apóstolo Tiago "a fé sem obras, é morta" (Tiago 2,17). Adentrar ao reino dos céus, significa reposicionar a escala dos valores em nossa vida, entendendo a importância das pessoas em detrimento das coisas e dos bens materiais.

O choro e ranger de dentes simbolizado nas trevas, implica na existência do inferno, que começa dentro daqueles que não experimentam a graça do Reino de Deus. Esse inferno astral instalado dentro daqueles que guardam amargura, daqueles que andam sempre angustiados e com medo, porque se enclausuraram no seu ego, sendo incapazes da experiência libertadora e transformadora do amor. Só o amor, promove a perfeita união. É por este motivo, que Jesus traz a parábola relacionada ao casamento, pois o vínculo perfeito da unidade em Deus se consolida por meio do amor.

Esse chamado à partilha do amor, ao amor doação (ágape) é continuamente anunciado pela Boa Nova de Cristo (Evangelho). Entretanto, apesar de muitos serem chamados, poucos são escolhidos, porque poucos se deixam seduzir pelas palavras encantadoras do Mestre que nos convida à verdadeira vida. “Seduziste-me Senhor e eu me deixei seduzir” (Jer 20,7). Assim, o profeta colocou com palavras bem claras, esta experiência mística de união ao Criador. Esta escolha de Deus em relação ao homem, não é unilateral por parte de Deus, mas é continuamente uma oportunidade de adesão, baseada no princípio da conversão, princípio este, enfatizado ao longo de todas as Escrituras.

Por fim, a grande lição que podemos depreender das palavras deste texto sagrado, corresponde ao processo de evolução espiritual. No versículo 8, o Evangelista escreve: "As núpcias estão prontas, mas os convidados não eram dignos. Refere-se nesse ponto, que a indignidade do homem está relacionada à incapacidade de "enxergar", muito além de simplesmente "ver" a grandeza do convite que Deus lhe propõe. Os profetas que anunciaram a presença de Deus em meio ao seu povo, foram por muitos desprezados, e mal-interpretados. A evolução está na capacidade de entender o Emanuel, Deus conosco, como alguém presente permanente em nossa história, não apartado de nossa individualidade. Assim, estaremos revestidos das vestes da imortalidade.


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